Pérolas Doutorais

Publicado em 23/06/2011

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No blog Tamar-Matar está parte de um debate sobre aborto, ocorrido entre o Procurador do Estado de São Paulo, Dr. Cícero Harada, e a Dra. Saffioti, socióloga. O leitor poderá observar a total ausência de lógica no texto resposta da Dra. Saffioti. Como todo esquerdista, ela discute o que o outro debatedor não falou, colocando na boca daquele as palavras que ela supõe terem sido pensadas por ele, ou seja, usa de telepatia para entender o significado do que o outro provavalmente queria dizer mas não disse. Afinal, o que vale é a intenção…
A incapacidade que os esquerdistas têm de refletir sobre o que realmente se diz é algo que mereceu estudos profundos do médico Paul Serrier. Ele não investigava o pensamento socialista, mas o que descobriu é exatamente o pensamento socialista: a inversão da realidade, à qual deu o nome de Delírio de Interpretação como uma patologia. Os comentários no blog mostram que as pessoas, de maneira geral, não querem o aborto como prática permitida em lei. Pensamos da mesma forma: aborto é algo que só deve ser pensado em casos gravíssimos – e raros também – que impliquem a perda da vida da mãe. Em todos os outros, o amor deve prevalecer para que a vida humana continue. Ao invés de reproduzir tudo aqui, sugiro que o leitor siga ao blog do link depois de ler o que segue. Reproduzo aqui o comentário de um leitor sobre o que a Dra. Saffioti escreveu.

COMENTÁRIO
Diz a Dra. Saffioti: O aborto constitui um último recurso, caso os métodos anticoncepcionais hajam falhado. Quer dizer que, caso o método falhe, devemos praticar homicídio. Esta é a mentalidade revolucionária funcionando a pleno vapor, vapores infernais de Marx, como ele mesmo disse. A Dra. Saffioti sofre de Delírio de Interpretação, conforme descobriu Dr. Paul Serrier: ela vê a realidade, conhece-a mas não a consegue apreender corretamente.

A vida humana começa antes até da fecundação, conforme relata Dra. Renate Jost de Moraes no livro “O inconsciente sem fronteiras”, cujas pesquisas de base científica demonstram em 100% dos mais de 100 mil pacientes tratados que o inconsciente do homem já está presente desde a concepção. Se ela duvida, passe pela terapia ADI.

Em seguida, a Dra. Saffioti opta pelo non sequitur ao afirmar que por causa da proibição do uso de preservativos pelo Papa ocorreu crescimento do número de contaminados com HIV. Diante de tamanha sapiência, resta-nos concluir que os urubus são pretos porque os filhotes de pombas, quando morrem, ficam pretos… transformam-se em urubus.

Outra pérola: “…a religião é uma questão de foro íntimo”. A religião não é uma questão, mas um fato. Se religião é algo de escolha significa que a fé também é: decide-se crer no que se quer, ainda que os fatos apontem em direção contrária. Ela crê que a morte de um ser humano é sumamente necessária porque a mãe rejeita a gravidez ou pode vir a ser abandonada pelo pai da criança. Assim, a gravidez é a causa de uma separação… Perfeito! Se o pai prefere matar o filho, não tem amor, e nada impede que venha a matar a mãe algum dia! Mulheres, fujam desse tipo de homem! O amor da Dra. Saffioti, para ser boa (que lindo!), para auxiliar a quem precisa – precisa haver amor nisso, não? – é do tipo que odeia enquanto ama. Mate-se o feto pois isso é amor! Eu não quero sua ajuda, jamais! Pode guardar sua bondade também.

A Dra. Saffioti não faz a mínima idéia do que pensa: ela não pensa os próprios pensamentos, mas os pensamentos de outros assassinos como Rousseau, Marx, Lênin, Stalin, Mao, Polpot, Fidel e Raul Castro, Lula, Chávez, Mujica, Morales, Correa, enfim, só gente da melhor espécie. Os defensores do aborto cometem crime: apologia ao infanticídio.

Diz ainda que é autora de 12 livros. Pergunto: Para quê? O que pode ser ensinado a partir de tais pensamentos? Respondo: a Revolução! Sim, revolucionários não se importam em matar bebês pois defender a vida é coisa de burguês. De fato, nunca se importaram, que o digam os mais de 250 milhões de inocentes mortos para que se alcance ‘um mundo melhor possível’. O mundo só vai melhorar quando os revolucionários perderem a fala e esquecerem a escrita, ou seja, quando calarem-se. E, se lhes falta sugestão, segue uma: abortem-se.

Publicado em: Notícias comentadas